dia 26 /ago

sábado, 21h

SALA DE EXPOSIÇÕES DO MARCO

Fluzz

Cia Dançurbana | MS

                                                                                             

No mundo em rede de FLUZZ, a trama do (s) corpo (s) é o próprio fluxo.

Não há direção programada.

FLUZZ desafia o tempo-espaço, as existências, formas, construções.

Tudo em Movimento…

Quando o físico, o humano e o virtual se misturam

O que pode o corpo? 

FLUZZ é um espetáculo de dança no qual o corpo é o ponto de partida que aponta para incontáveis direções, pois o caminho é o próprio fluxo. Em cena, seis intérpretes-criadores utilizam técnicas das danças urbanas, dança contemporânea e improvisação para tecer uma rede de conexões.  O corpo é o grande comunicador entre pessoas. É pele, sensação, carne, gesto, medo, posição, lugar, espaço.

Os corpos dos intérpretes assumem diferentes formas. Passeiam pela desconstrução do que já existe, desafiam o tempo-espaço, navegam pelo real e o imaginário. Os movimentos são diálogos em rede e buscam entrelaçar o atemporal.  As conexões entre os corpos e o meio abrem inúmeras possibilidades de interações e transformações.

O título FLUZZ faz referência ao trabalho de Augusto de Franco, escritor e investigador da ‘Nova Ciência das Redes’. A proposta de questionar os corpos e conexões em movimentos que dialogam com o mundo das redes coincidiu com os estudos do pesquisador.

A palavra “fluzz” foi criada em uma conversa entre Augusto de Franco e Marcelo Estraviz sobre o Buzz do Google. Fluzz teve origem na tentativa de juntar Buzz + fluxo, mas transformou-se em um conceito mais complexo. Segundo Augusto de Franco, “Tudo que flui é fluzz. Tudo que fluzz flui. Fluzz é o fluxo, que não pode ser aprisionado por qualquer mainframe. Porque fluzz é do metabolismo da rede. Ah!, sim, redes são fluições. (...)”. 

 

A criação deste espetáculo foi aprovada pela Lei Rouanet e conta com patrocínio de O Boticário na Dança, Furnas Eletrobrás e Digitho Brasil.

 

 

Ficha Técnica

 

Direção e coreografia: Marcos Mattos

Interpretes criadores: Adaílson Dagher, Ariane Nogueira, Irineu Ruach, Jackeline Mourão, Ralfer Campagna e Rose Mendonça.

Preparação de elenco em estudos de improvisação e assistentes de direção: Franciella Cavalheri e Renata Leoni

Concepção e operação de luz: Camila Jordão

Textos do Programa: Camila Emboava

Assessoria de imprensa: Reconta assessoria de imprensa e conteúdo – Isabella Ferreira

Confecção de Figurino: Tecil Confecção -  Lúcia Conceição

Concepção audiovisual, musical e Vj: Reginaldo Borges

Registro audiovisual, fotografia e teaser: Cravo Filmes – Franciella Cavalheri e Adriel Santos

Consultoria e animação audiovisual: Vaca Azul - Helton Pérez

Preparadora física: Laura de Almeida

Design gráfico: Polca Branding e Design

Produção cultural: Arado Cultural – Roberta Siqueira

 

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Sobre Cia Dançurbana

 

A Dançurbana é uma companhia de dança profissional em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Nos últimos anos ganharam visibilidade nacional circulando pelo Brasil com importantes projetos como o Palco Giratório 2014 e o Sesc Amazônia das Artes 2012. A Cia Dançurbana foi a primeira companhia sul-mato-grossense a ganhar o concorrido edital O Boticário na Dança.

A Dançurbana foi fundada em 2002. As criações misturam técnicas das danças urbanas, dança contemporânea e improvisação. Durante os 14 anos de existência, a Cia fomentou e auxilia outros grupos de dança em Campo Grande, como o Expressão de Rua e Armazém 67. 

Produção

Realização