MOSTRA DE VIDEODANÇA

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A Mostra de vídeodança é uma ação do Cerrado Abierto que acontece desde a primeira edição. Para compor a programação deste ano convidamos festivais, projetos e artistas relevantes do universo da videodança para proporem vídeos que seguissem a linha curatorial do evento.

 

Dessa maneira, a programação conta com programas da Mostra REDIV 2020 - Rede Ibero-americana de Videodança composta por peças de Videodança representativas de alguns Festivais e Eventos que integram a Rede Ibero-americana de Videodança.

 

Ainda, contamos com a Mostra FIVRS - Festival Internacional de Videodança do Rio Grande do Sul ( https://wp.ufpel.edu.br/fivrs ), com programas de 2020 e 2021, selecionados especialmente para o Cerrado Abierto.
 

 

Além da Mostra CTA – Corpos Transeuntes em Ação com vídeos criados a partir do projeto PLATAFORMA-SE, de Campo Grande/MS.

 

E os artistas sul-mato-matogrosses Paula Bueno, Luiza Rosa e Raique Moura, além da Cia Theastai; e o Grupo Anticorpos - investigações em dança, de Minas Gerais, com vídeos de diversos formatos mas que tem o corpo e o movimento como mote.

 AD))    trabalhos com audiodescrição

 13/11 sábado 15h-18h 

local: Casa de Ensaio​

REDIV / PROGRAMA 1

El Monstruo de Doña Juana, de Dixon Quitian - Bogotá - Colombia

Niñas y Niños de Azúcar, de Tanya Covarrubias e Iván Maracho - Colima, México

Territorio, de Florencia Azorin - Argentina

FIVRS 2021

Corpos em movimento para sentir o mundo

The neighbor/O vizinho (2021, 3’17), de Flakorojas - Bruxelas, Bélgica.

be still (2020, 4’52), de Nicole Manoochehri - Los Angeles, EUA (terraço). 

Glare (2020, 7’38), de Smangaliso Ngwenya - Johannesburg, África do Sul. 

Cap 14 – parte 2: ...olhar para além do que se vê...um convite à percepção… (2021, 5’19), de Andreza Aguida, Tiago Nogueira e Rogério Ortiz - São Paulo, SP, Brasil. 

Invisible (2020, 5’15), de Diana Vignolles, Gastón Fleitas, Franco Quagliardi, Lilian Queñón e Guadalupe Dominguez - Buenos Aires, Argentina. 

Desverrante (2020, 3’12), de Mathias Lobo, Alexandre Tadra e Rodrigo de Castro - Curitiba, PR, Brasil.   

SOLO (2020, 3’16), de Uladzimir Slizhyk – Bielorrusia. 

Asab (2021, 9’), de Ariane Mondo - Natal, RN, Brasil.     

Ensaio para o início do fim (2021, 3’19), de Raquel Machado Pereira - Hortolândia, SP, Brasil. 

Redoma (2021, 10’) tor Pontes Ferraz - Recife, PE, Brasil.   

Capão dançante Cia Theastai (MS) 57'40"    AD)) 

PLATAFORME-SE   AD)) 

Entrelugar | 2021  | de Gustavo França (Ouro Preto/MG), Henrique Lucas (Campo Grande/MS), Karen Freitas (Campo Grande/MS) e Samuel Leandro (Ouro Preto/MG)

 

Devo olhar para trás? | 2021 | de Kenne Felipe (Itajá/RN)

 

Universo Paralelo: vidas que se completam | 2021 | de Ariane Nogueira e Cacilvia Celestino (Campo Grande/MS)

 

Inversão | 2021 | de Gracy Keller e Diego de Almeida (Campo Grande/MS)

 

Re Fluxos | 2021 | de Beatriz Godoy e Laura de Almeida (Campo Grande/MS)

 

A quarta parede é janela | 2021 | de Thatiana de Souza (Campo Grande/MS)

 

Ireti | 2021|  de Marcus Vinicius Perez (Campo Grande/MS)

 

Intromissão | 2021 | de Margarita María Milagros (Colômbia)

FIVRS 2021

Entre corpos plurais e repertórios diversos, poéticas de reconexão

Encobertos (2019, 5’42), de Lilian Seixas Graça - Salvador, Ba, Brasil.

Os Espaços Entre Nós (2021, 6’38), de Mônica Yumi Jardim da Silveira, Adeniran Balthazar, Bianca Meciano, Henrique Soares Dias e Mateus Paludetti - Campinas, SP, Brasil. 

Interlocuções com a Cidade (2020, 5’53), de Fernanda Amaral - São Paulo, SP, Brasil. 

Seres do Meio (2021, 6’13), do Rua em Cena Companhia de Dança - Pelotas, RS, Brasil.   

​Contágio (2019, 4’22), de Nicole Correa Freitas - Porto Alegre, RS, Brasil.

 

ON LOCK (2021, 6’23), de Azize Sousami - Londres, Inglaterra. 

QU4RT (2020, 2’49), de Fernando Quinteros Muniz - Porto Alegre, RS, Brasil.

Irrational (2020, 4’33), de Francesca Poglie, Martina Beraldo, Luca Ghedini e Nicola Lunardelli - Itália / Barcelona, Espanha. 

Suspended (2020, 3’), de Filomena Rusciano - Sant'Agata de' Goti, Itália. 

Travessias (2020, 5’44), de Maryah Monteiro - Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

 

Whispers to Myself (2021, 2’58), de Ana Claudia Marra - São Paulo, SP, Brasil.

8 corpos para 588 quadros (2020, 1’51), de Tales Frey - Porto, Portugal. 

 14/11 domingo 15h-18h 

local: Casa de Ensaio​

PEREGRINAS: diário de viagem videodança memória da vó - Paula Bueno (MS) 22'27''

Entrevista com Márcia Milhazes Cia. de Dança (2018) - Luiza Rosa (MS) 29'11"

Pandemia - Paula Bueno (MS) 2'

Voante - Raique Moura (MS) 8'

REDIV / PROGRAMA 2

POGO, de Ana Carvajal - Santiago - Chile

Operación Contemplación, de Celina Duprat - Argentina

Suítes para Dança, de Gustavo Gelmini - RIo de Janeiro, Brasil

 

FIVRS 2021

Corpos em movimento para sentir o mundo

The neighbor/O vizinho (2021, 3’17), de Flakorojas - Bruxelas, Bélgica.

be still (2020, 4’52), de Nicole Manoochehri - Los Angeles, EUA (terraço). 

Glare (2020, 7’38), de Smangaliso Ngwenya - Johannesburg, África do Sul. 

Cap 14 – parte 2: ...olhar para além do que se vê...um convite à percepção… (2021, 5’19), de Andreza Aguida, Tiago Nogueira e Rogério Ortiz - São Paulo, SP, Brasil. 

Invisible (2020, 5’15), de Diana Vignolles, Gastón Fleitas, Franco Quagliardi, Lilian Queñón e Guadalupe Dominguez - Buenos Aires, Argentina. 

Desverrante (2020, 3’12), de Mathias Lobo, Alexandre Tadra e Rodrigo de Castro - Curitiba, PR, Brasil.   

SOLO (2020, 3’16), de Uladzimir Slizhyk – Bielorrusia. 

Asab (2021, 9’), de Ariane Mondo - Natal, RN, Brasil.     

Ensaio para o início do fim (2021, 3’19), de Raquel Machado Pereira - Hortolândia, SP, Brasil. 

Redoma (2021, 10’) tor Pontes Ferraz - Recife, PE, Brasil.   

 15/11 segunda 15h-18h 

local: Casa de Ensaio​

Front, Cia Anticorpos - investigações em dança  (MG) 38'43" AD)) 

PLATAFORME-SE AD)) 

Entrelugar | 2021  | de Gustavo França (Ouro Preto/MG), Henrique Lucas (Campo Grande/MS), Karen Freitas (Campo Grande/MS) e Samuel Leandro (Ouro Preto/MG)

 

Devo olhar para trás? | 2021 | de Kenne Felipe (Itajá/RN)

 

Universo Paralelo: vidas que se completam | 2021 | de Ariane Nogueira e Cacilvia Celestino (Campo Grande/MS)

 

Inversão | 2021 | de Gracy Keller e Diego de Almeida (Campo Grande/MS)

 

Re Fluxos | 2021 | de Beatriz Godoy e Laura de Almeida (Campo Grande/MS)

 

A quarta parede é janela | 2021 | de Thatiana de Souza (Campo Grande/MS)

 

Ireti | 2021|  de Marcus Vinicius Perez (Campo Grande/MS)

 

Intromissão | 2021 | de Margarita María Milagros (Colômbia)

 

Voante - Raique Moura (MS) 8'

 

REDIV / PROGRAMA 3

Lava, de Gabily Anadón y Paula Dreyer - Posadas Argentina

Ñuu Savi, de Paulina Ruiz Carballido - Paris Francia

Tinkú, de Dixon Quitian - Bogotá - Colombia

Al Margen, de Dixon Quitian - Bogotá - Colombia

Resilience, de Andrés D. Abreu - Habana - Cuba
 

FIVRS 2021

O corpo não esquece, incorpora

TEMOR (2020, 3’12), de Adriano André Rosa da Silva, Alvaro Dantas, Clébio Oliveira e Jania Santos - Natal, RN, Brasil. 

Atotoó - Interditos e mistérios do negrocorpo (2019, 4’16), de Caroline Ribeiro Paz e Bárbara Cezano - Pelotas, RS, Brasil.   

Skin to Nature (2021, 5’), de SueKi Yee - Penang, Malásia. 

ECDISE (2021, 6’12), de Tainá Madruga Romero - Pelotas, RS, Brasil. 

Morada (2021, 3’26), de Luisa Cunha Machala - Belo Horizonte, MG, Brasil. 

Chicharras (2021, 7’31), de Carola Reboredo - La Calera, Argentina;  

Luvemba (2021, 5’50), de Maria Clara Laet de Almeida e Silva - São Paulo, SP, Brasil.

BAHtucada (2020, 8’34), de Ederson Zaneti Vergara - Pelotas, RS, Brasil. 

La tarde infinita (2021, 6’), de Melanie Alfie - Buenos Aires, Argentina. 

Entre Estrelas e Raízes (2021, 3’53), de Giselle Paes Horacio - Capivari de Baixo, SC, Brasil. 

Trilogía Monocromática: Negro (2019, 3’36), de Fausto Jijón Quelal - Cidade do México, México.    

Celestial Body (2021, 6’30), de Danielle Suzanne Willis Denton - Texas, EUA.

FIVRS 2021

Corpografias femininas que narram o tempo presente

Out of the folds of women (2020, 5’), de ​​Anabella Lenzu - Argentina / Nova Iorque, EUA. 

AMO (2021, 5’15), de Mônica Fagundes Dantas, Alex Sernambi e Suzi Weber - Porto Alegre, RS, Brasil. 

Misunderstandings (Fraintendimenti) (2020, 3’56), de Alexandre Manuel, Jimmie Santoni, Elisa Carletti e Federica Squadroni - Jesi, Itália. 

Ela ousou saber (2020, 5’8), de Luciana Campos, Ingrid Laurentino, Ana Carolina G. Martins, Naira Silva, Amanda Freitas Faria e Luciana Campos - Mogi das Cruzes, SP, Brasil. 

Maromba (2021, 4’58), de Monica da Silva e Souza - Parintins, AM, Brasil. 

Águas que correm, mulheres que dançam (2021, 4’10), do Grupo Baila Cassino: Daniela Llopart Castro, Rebeca San Martins, Natália Camargo - Pelotas, RS, Brasil. 

Limítrofe (2020, 4’7), de Sofía del Mar Collins e Maidelise Ríos Medina - San Juan, Porto Rico. 

Arbasoei (2021, 7’32), de Ikerne Mendieta - Granada, Espanha. 

Matéria Bruta (2019, 10’), de Renan de Lima Turci - Curitiba, PR, Brasil.   

Mujeres Infinitas (2020, 4’), de María Claudia Mejía Alvarez - Medellín, Colômbia. 

Dança sem medo - Dance without fear (2020, 5’), de Sol Dugatkin - Santiago, Chile.

 16/11 terça 15h-18h 

local: Casa de Ensaio​

FIVRS 2020

Corpografias Urbanas

Impulso, de Michel Schettert – Rio de Janeiro/RJ – Brasil

Hold me, de Rafael Bolacha – São Paulo/SP – Brasil

Cidade Coreográfica, de Paulo Henrique Albuquerque Pontes – Recife/Brasil

Caminhada, de Luiza Monteiro e Souza – Belém/PA – BRASIL

FIVRS 2020

Corporalidades

Orlo Hem, de Filomena Rusciano – Sant'Agata de'goti/Itália

Corpo-Somático, de Rafaela Pereira – Aparecida de Goiânia/Brasil

Soliloquio, de Lorena López Aguado – Ciudad de México/México

Bicho, de Felipe Rocha Bittencourt – São Paulo/SP – Brasil

ANOD, de Marta Arjona – Valls / Sarral – Espanha

VDO 1.6, de Kepa Landa – Espanha

Contrapontos, de Guilherme Barbosa Schulze – João Pessoa/PB – Brasil

Estar a Par – passo a passo, de Tales Frey – Catanduva-SP – Brasil /Porto – Portugal

Front, de Cia Anticorpos - investigações em dança (MG) 38'43"

Entrevista com Márcia Milhazes Cia. de Dança (2018) - Luiza Rosa (MS) 29'11"

Corpografias femininas que narram o tempo presente (FIVRS 2021) - 1h02min

Pandemia - Paula Bueno (MS) 2'

PEREGRINAS: diário de viagem videodança memória da vó - Paula Bueno (MS) 22'27''

 

 

FIVRS 2021

Corpografias femininas que narram o tempo presente

Out of the folds of women (2020, 5’), de ​​Anabella Lenzu - Argentina / Nova Iorque, EUA. 

AMO (2021, 5’15), de Mônica Fagundes Dantas, Alex Sernambi e Suzi Weber - Porto Alegre, RS, Brasil. 

Misunderstandings (Fraintendimenti) (2020, 3’56), de Alexandre Manuel, Jimmie Santoni, Elisa Carletti e Federica Squadroni - Jesi, Itália. 

Ela ousou saber (2020, 5’8), de Luciana Campos, Ingrid Laurentino, Ana Carolina G. Martins, Naira Silva, Amanda Freitas Faria e Luciana Campos - Mogi das Cruzes, SP, Brasil. 

Maromba (2021, 4’58), de Monica da Silva e Souza - Parintins, AM, Brasil. 

Águas que correm, mulheres que dançam (2021, 4’10), do Grupo Baila Cassino: Daniela Llopart Castro, Rebeca San Martins, Natália Camargo - Pelotas, RS, Brasil. 

Limítrofe (2020, 4’7), de Sofía del Mar Collins e Maidelise Ríos Medina - San Juan, Porto Rico. 

Arbasoei (2021, 7’32), de Ikerne Mendieta - Granada, Espanha. 

Matéria Bruta (2019, 10’), de Renan de Lima Turci - Curitiba, PR, Brasil.   

Mujeres Infinitas (2020, 4’), de María Claudia Mejía Alvarez - Medellín, Colômbia. 

Dança sem medo - Dance without fear (2020, 5’), de Sol Dugatkin - Santiago, Chile.

 

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 19/11 sexta 18h 

local: Concha Acústica Helena Meirelles

FIVRS 2020

Corpografias Distópicas

Ruído, de Geórgia de Macedo Garcia – Porto Alegre/RS – Brasil

Fim dos Tempos, de Edson Ferraz – Porto Alegre/RS – Brasil

Moiado, de Victor Yuri – Ribeirão Preto/SP – Brasil

Ut(r)opical, de Martin Pablo Groisman – Buenos Aires, Argentina

Obra, de Maria Luiza Teodoro Guimarães – Uberlândia/Minas Gerais – Brasil

O Grito, de Larissa Aparecida Kremer – Blumenau/SC – Brasil

Pogo, de Ana Carvajal – Santiago/Chile

 20/11 sábado 18h 

local: Concha Acústica Helena Meirelles

FIVRS 2020

Naturezas Incorporadas

Inside (Inhabited Landscapes), de Carmen Porras – Granada/ Espanha

Fardo, de Leda Siloto – Assis/SP – BRASIL

La Loba, de Edielson Vidal – Belém/PA – Brasil

Abaixo do Equador, de Adriano André Rosa da Silva – Natal/RN – Brasil

Verde que te quiero ladrillo, de Esteban Rodriguez – Bolívia

The last children, de Fu LE – França

O programa PLATAFORME-SE é um espaço de criação, experimentação e difusão das produções em dança e videodança, a partir de Campo Grande/MS. A plataforma, também virtual, foi idealizada pelos artistas Ralfer Campagna e Jackeline Mourão, em 2017, e promove ações a partir da tríade: corpo, câmera e cidade. Já participaram de alguns eventos e festivais importantes, como: Muestra Internacional Gifformance - La Performance en Giff (Paraguai/Brasil); Festival Cuerpo Digital (Bolívia); Move Concreto! Experiências de Dança no Espaço Público (Contagem/MG); 12º Semana Pra Dança (Campo Grande/MS); Cerrado Abierto - Mostra de Danças Contemporâneas (Campo Grande/MS); 20º Festival de Inverno de Bonito (Bonito/MS) e Congresso Virtual UFBA (Bahia).

 

Dentre as ações produzidas pela plataforma, damos destaque para a exibição de videodanças com audiodescrição da ‘Mostra CTA – Corpos Transeuntes em Ação’, realizada este ano. A primeira edição da Mostra propôs ações que aproximam e discutem os processos criativos em videodança do tema inclusão e acessibilidade. As videodanças produzidas em modo online receberam orientação e consultoria na criação dos roteiros audiodescritivos, e contou com participantes de diferentes regiões do Brasil. Além de Mato Grosso do Sul teve São Paulo, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas, Santa Catarina e também da Colômbia. As criações tomaram como ponto de partida a tríade que move a plataforma e buscou despertar imagens e sons que se relacionassem com o contexto pandêmico. A audiodescrição e consultoria é de Cândida Abes e Léia Ferreira

​Sobre a Mostra REDIV: 

A mostra é composta por três programas integrados por obras do Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Bolívia, Cuba e México, propostos pelos festivais membros da REDIV. Os programas foram elaborados a partir de um consenso e de um trabalho curatorial coletivo, realizado entre abril e julho de 2020.

Situada a partir de uma posição de geração de exercícios de conhecimento e pensamento, por meio da experiência estética da realização dessa curadoria em videodança, surgiram debates ao longo do processo que contribuíram para essas definições.

Uma delas, que agrega valor a esta proposta, é sobre o rigor artístico das propostas selecionadas por cada festival e como colaborar para que cada prática curatorial seja um compromisso cada vez mais forte de artistas, criadores e produtores.

A videodança alcançou nos últimos anos uma circulação e difusão na América Latina de que temos conhecimento. É tempo de aspirar a expandir como campo de pesquisa e criação. Assim se formaram os diversos programas que apresentamos - que mostram uma fonte de inspiração que está amadurecendo em infinitas possibilidades.

O Festival Internacional de Videodança do Rio Grande do Sul – FIVRS nasceu, em 2020, do entrecruzamento entre os projetos de pesquisa das professoras Carmen Anita Hoffmann e Rosângela Fachel, como uma proposta artística curatorial extensionista, realizada no âmbito do Mestrado em Artes Visuais e do Curso de Dança da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em parceria com a Fundação Ecarta de Porto Alegre, que foi abraçada por uma equipe de entusiastas de ambas as instituições.

Com uma mirada que emerge do sul do Brasil, o FIVRS tem o intuito de investigar e de promover a videodança, uma arte híbrida que imbrica as linguagens do vídeo, da dança, do corpo e do movimento em um amplo espectro de conformações, que em sintonia com as transformações tecnológicas, socioculturais e artísticas está em constante devir, expandindo-se e ressignificando-se em diferentes ambientes e plataformas.

 

O festival acontece por meio de uma convocatória internacional gratuita, e os trabalhos homologados são apreciados por uma Comissão Avaliadora convidada, ficando a conformação final dos programas e a expografia das exibições por conta de suas idealizadoras e diretoras, Carmen e Rosângela. Pensado, originalmente, como um evento presencial, o FIVRS teve seu nascimento atravessado pela pandemia de COVID 19, que obrigou sua reconfiguração e promoveu reflexões não apenas acerca das implicações da virtualização do fazer artístico e do campo das artes, mas sobretudo, a respeito da inerente e essencial conexão entre vida e arte - na celebração, na denúncia e na re-existência.